
Um estudo argentino demonstrou que comer carne de vaca de forma equilibrada pode reduzir a glicemia e o colestrol, um facto que termina com a teoria de excluir carnes vermelhas das dietas.
O cardiologista e um dos autores da investigação, Alberto Alves Lima, afirma que o estudo realizado com carnes argentinas comprovou que as carnes vermelhas magras podem ser benéficas sempre que forem incluídas numa alimentação equilibrada com verduras.
A análise baseou-se na alimentação de 48 pessoas que receberam três planos alimentares diferentes com tipos de carne distintos ingerindo carne de vaca em 27 das 70 refeições do mês.
A conclusão mais significativa registou uma diminuição acentuada dos níveis de colestrol, assim como uma redução dos índices de glicemia e um aumento da vitamina E.
O estudo foi apresentado por médicos do Instituo Cardiovascular de Buenos Aires e uma especialista do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária, no decorrer do congresso anual da Sociedade Argentina de Cardiologia.

Depois de ter recusado e bem os conselhos de Fernando Ruas na sua visita a Viseu, Manuela Ferreira Leite partilhou mais um dos seus segredos...

O Dia do Trabalhador é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em Portugal assim como em muitos outros países.
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América, essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA .
No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes, a polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiram que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia. O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portuguêses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores)
No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes, a polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiram que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia. O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portuguêses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores)
In: Wikipédia
.... e talhantes queixam-se que as constantes mudanças nas regras e obrigações a que são obrigados por parte do governo impede que o preço da carne baixe.
Passando pelas civilizações da humanidade, a carne tem papel significativo na alimentação do homem desde os tempos pré-históricos
A inclusão da carne na nossa alimentação é importante porque ela é uma excelente fonte de proteínas (nutrientes relacionados à construção e regeneração celular) de alta qualidade, é fonte de minerais como ferro (que previne a anemia) e zinco (importante para o crescimento, cicatrização e função imunológica); de ácidos graxos essenciais e de vitaminas do complexo B, principalmente a B12, indispensáveis ao organismo saudável.

Não sei porquê, mas até estou tentado a pensar que se os políticos portugueses fossem sérios e honestos (eu sei que é uma utopia, aqui e ali tornada realidade por raras excepções) se calhar muitas das empresas que estão em dificuldade, bem como muitas das que já foram à vida, estariam hoje em boas condições.
O Presidente da República de Portugal, Cavaco Silva, admitiu que 2009 "vai ser um ano muito difícil" e avisou o Governo que "a verdade é essencial", considerando que "as ilusões pagam-se caras".
Difícil para quem? Não é preciso dizer. Nós sabemos. Para os milhões que têm cada vez menos e não, é claro, para os poucos que têm cada vez mais milhões.
"A verdade é essencial". Qual verdade? A verdade do primeiro-ministro, a única possível já que ele é o dono dela, ou a dos portugueses de segunda, a franca e esmagadora maioria?
"As ilusões pagam-se caras". Pois pagam. Mas, afinal, quem é responsável por essas ilusões? Os desempregados? Os reformados?
Na sua mensagem de Ano Novo, Cavaco Silva afirmou não poder esconder a "verdade da situação difícil em que o país se encontra" e que o caminho para "Portugal sair da quase estagnação económica" é "estreito, mas existe".
Que a saída é estreita, que a saída nunca foi larga, todos sabemos. Não venham, contudo, atirar areia à nossa chipala, dizendo que a saída é ainda mais estreita do que realmente é. Aliás, se para a maioria dos portugueses de segunda é estreita, para os de primeira é uma monumental autoestrada.
O antigo primeiro-ministro faz outros alertas como a necessidade de "reduzir a ineficiência e a dependência do exterior em matéria de energia" ou de "rigor e eficiência" na utilização dos dinheiros públicos têm de ser utilizados com rigor e eficiência".
Cavaco Silva sabe o que diz mas, é claro, não diz (tudo) o que sabe. Rigor e eficiência num país que substituiu o primado da competência pelo da subserviência? Rigor e eficiência num país que não tem dúvidas em escolher um néscio só porque tem dinheiro em vez de um génio de carteira vazia?
Na sua mensagem, Cavaco Silva confessou não dever esconder que 2009 "vai ser um ano muito difícil", e afirmou recear o "agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza e exclusão social" e admitiu que "a crise financeira internacional apanhou a economia portuguesa com algumas vulnerabilidades sérias".
Cavaco Silva não precisa de ter receio. Pode ter a certeza. Pena é que os responsáveis, políticos e empresariais, não sejam obrigados a responder criminalmente pela gestão danosa que continuam a fazer, agora escudados pela crise.
O Presidente da República de Portugal, Cavaco Silva, admitiu que 2009 "vai ser um ano muito difícil" e avisou o Governo que "a verdade é essencial", considerando que "as ilusões pagam-se caras".
Difícil para quem? Não é preciso dizer. Nós sabemos. Para os milhões que têm cada vez menos e não, é claro, para os poucos que têm cada vez mais milhões.
"A verdade é essencial". Qual verdade? A verdade do primeiro-ministro, a única possível já que ele é o dono dela, ou a dos portugueses de segunda, a franca e esmagadora maioria?
"As ilusões pagam-se caras". Pois pagam. Mas, afinal, quem é responsável por essas ilusões? Os desempregados? Os reformados?
Na sua mensagem de Ano Novo, Cavaco Silva afirmou não poder esconder a "verdade da situação difícil em que o país se encontra" e que o caminho para "Portugal sair da quase estagnação económica" é "estreito, mas existe".
Que a saída é estreita, que a saída nunca foi larga, todos sabemos. Não venham, contudo, atirar areia à nossa chipala, dizendo que a saída é ainda mais estreita do que realmente é. Aliás, se para a maioria dos portugueses de segunda é estreita, para os de primeira é uma monumental autoestrada.
O antigo primeiro-ministro faz outros alertas como a necessidade de "reduzir a ineficiência e a dependência do exterior em matéria de energia" ou de "rigor e eficiência" na utilização dos dinheiros públicos têm de ser utilizados com rigor e eficiência".
Cavaco Silva sabe o que diz mas, é claro, não diz (tudo) o que sabe. Rigor e eficiência num país que substituiu o primado da competência pelo da subserviência? Rigor e eficiência num país que não tem dúvidas em escolher um néscio só porque tem dinheiro em vez de um génio de carteira vazia?
Na sua mensagem, Cavaco Silva confessou não dever esconder que 2009 "vai ser um ano muito difícil", e afirmou recear o "agravamento do desemprego e o aumento do risco de pobreza e exclusão social" e admitiu que "a crise financeira internacional apanhou a economia portuguesa com algumas vulnerabilidades sérias".
Cavaco Silva não precisa de ter receio. Pode ter a certeza. Pena é que os responsáveis, políticos e empresariais, não sejam obrigados a responder criminalmente pela gestão danosa que continuam a fazer, agora escudados pela crise.

A preservação da carne fresca é um dilema, já que muitas vezes manipulam seu congelamento e descongelamento pode trazer problemas da poluição. Com intoxicação alimentar em mau estado são as mais comuns doenças estomacais, especialmente quando se trata de carne.
Para ultrapassar este problema, o mercado começou a ter Sensor Fresh, que lhe ajuda a verificar a frescura da sua carne antes de cozinhar.
Basta apenas apoiá-lo sobre o pedaço de carne em questão, este gadget cozinha diz-nos qual o conteúdo das bactérias nos alimentos,sendo um exame semelhante ao velho Manual scanner. O seu valor é de 65 euros e vale bem o gasto para ter a certeza de não comer nada improprio, porque muitas vezes a cor e o cheiro,aparentam ser bom, mas pode estar avariado !!!!!!!
Mais informação
Para ultrapassar este problema, o mercado começou a ter Sensor Fresh, que lhe ajuda a verificar a frescura da sua carne antes de cozinhar.
Basta apenas apoiá-lo sobre o pedaço de carne em questão, este gadget cozinha diz-nos qual o conteúdo das bactérias nos alimentos,sendo um exame semelhante ao velho Manual scanner. O seu valor é de 65 euros e vale bem o gasto para ter a certeza de não comer nada improprio, porque muitas vezes a cor e o cheiro,aparentam ser bom, mas pode estar avariado !!!!!!!
Mais informação

Se de um lado a castração cirúrgica é necessária e eficaz em prevenir o odor de macho inteiro (cheiro desagradável exalado ao cozinhar carne de suínos machos não castrados), por outro, o produtor tem significativas desvantagens ao utilizar a técnica. Os machos castrados cirurgicamente crescem mais lentamente, consomem mais ração, apresentam carcaças com mais gordura e têm maior índice de mortalidade ainda na maternidade. Em outras palavras, menor lucratividade.
Sedeada no Montijo, a Carmonti é uma das três indústrias de carnes que restam numa região com tradição no abate e transformação de carne de porco e que chegou a contar com 28 unidades industriais deste ramo, tal como refere Francisco Rasteiro, presidente do concelho de administração da Carmonti.
Em entrevista ao “Setúbal na rede” , o presidente declara que a produção e transformação de suínos estão em crise devido “aos preços demasiado baixos”, acusa os espanhóis de “concorrência desleal” porque mandam para Portugal a carne que “não tem qualidade para o seu próprio mercado” e aponta o dedo às autoridades portuguesas que “sabem o que se passa mas não tomam qualquer iniciativa”. Segundo Francisco Rasteiro, apesar da carne portuguesa ser “de boa qualidade” é o “preço que interessa ao consumidor” na hora de comprar. Sobre o facto de estas indústrias serem consideradas muito poluidoras, o presidente nega qualquer responsabilidade da sua empresa já que esta “foi das primeiras a ter uma estação de tratamento de águas a funcionar 24 horas”.
Setúbal na Rede – A carne que se consome em Portugal tem qualidade?
Francisco Rasteiro – No que se refere à carne de porco, a única sobre a qual posso falar, é boa na generalidade. A qualidade poderia aumentar se fosse implementada, em Portugal, a obrigatoriedade de castrar os suínos para abate. A lei está regulamentada mas nunca entrou em vigor e do meu ponto de vista era importante que isso acontecesse. A carne de um porco castrado é muito mais saborosa.
SR – Porque é que a lei não está em vigor?
FR – Essa é uma boa pergunta para fazer à Direcção Geral de Veterinária, aliás já foi feita e gerou polémica. É que a carne de porco é paga ao produtor em função da percentagem de carne magra e os porcos castrados têm mais gordura que os outros, logo têm menos valor económico. Por outro lado, a carne de porco castrado tem mais qualidade e eu estou convencido de que, se a lei entrasse em vigor, o consumo de carne de porco aumentava.
SR – Quando compramos carne de porco temos forma de saber se o animal foi ou não castrado?
FR – Não tem forma de saber, muito menos se for leigo no assunto.
SR – Que pressões têm sido feitas para que a lei entre em vigor?
FR – Temos incentivado os nossos fornecedores a castrarem os seus animais e já temos alguns a fazê-lo. A maioria dos talhos e supermercados, ao saberem que temos carne de porcos castrados, preferem essa carne, ainda que ela não chegue para todos.
SR – Essa questão poderia ser resolvida através da união de várias indústrias?
FR – Essa é uma questão que tem que ser resolvida na “fileira do porco” e isso inclui os industriais e os produtores. Como a maioria dos produtores, em especial as federações, estão contra isso, acaba por ganhar a maioria. Acredito que esta não seja uma batalha perdida mas vai demorar alguns anos. Quando as pessoas se habituarem a ter à sua disposição carne de porco castrado e inteiro, o inteiro vai deixar de se vender e terá que ser tomada uma decisão.
SR – A solução passa por fazer chegar a informação ao consumidor?
FR – Sim, mas é uma situação complicada porque o consumidor ainda valoriza o preço em detrimento da qualidade.E ainda prefere carne sem ponta de gordura isso so se consegue em machos por castrar. A carne de porco castrado teria que ser mais cara porque tem mais qualidade.
SR – O consumidor prefere o preço à qualidade?
FR – Neste momento de crise essa é uma realidade. Além disso, as grandes cadeias comerciais têm mais interesse no preço do que na qualidade. Em Espanha, as grandes superfícies já exigem qualidade e a carne que nós importamos de lá é a que eles não querem. Em Portugal recebemos tudo, não há qualquer tipo de controlo. As entidades oficiais sabem o que se passa, mas ninguém faz nada porque não há pessoas suficientes para fiscalizar.
Parece estar para breve uma solução mais vantajosa !!!!!!
A castração do suíno macho é obrigatória pela legislação brasileira e, caso não seja realizada, pode resultar na rejeição dos consumidores, devido a um odor desagradável – chamado de odor sexual – presente no tecido gorduroso quando aquecido. O procedimento de castração cirúrgico, realizado tradicionalmente, traz, porém, uma série de desvantagens relacionadas à produção do animal e ao seu bem-estar.
Há, por isso, uma busca por alternativas a este método. E uma delas foi testada pelo CTC (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Carnes). Trata-se de uma vacina natural, composta por uma proteína semelhante ao hormona que libera as gonadotrofinas, responsáveis pela ação que resulta na produção de esteróides – entre eles a androstenona, ligada ao odor sexual. Nesse sentido, ela atua nas duas substâncias responsáveis pelo cheiro indesejado: a androstenona e o escatol – produzido pelas bactérias no trato digestivo ou absorvida por meio de fezes e urinas no ambiente de criação, quando este não é bem higienizado.
“As desvantagens do macho inteiro causam defeitos sensoriais que podem gerar uma rejeição à carne suína que, no Brasil, já possui um índice baixo de consumo, se comparado a outros países”, diz o pesquisador do CTC Expedito Tadeu F. Silveira. Todavia, o método cirúrgico, que consiste em fazer dois cortes de aproximadamente três centímetros para a extracção dos testículos, sem anestesia, causa um grande impacto na saúde do animal. O suíno pode levar até uma semana depois do procedimento para voltar a consumir a alimentação normalmente e isso exige que permaneça mais tempo na granja, o que acarreta em prejuízo para o produtor.
Além disso, a preocupação com o bem-estar animal segue uma trajectória ascendente e já foi transformada em barreira comercial por muitos países. Na União Europeia, por exemplo, a partir de 2009, não será mais permitida a castração cirúrgica. Enquanto isso, alguns países têm adotado a anestesia, a qual também aumenta os custos de produção.
“A imunocastração veio como alternativa. Temos uma técnica disponível para evitar a castração cirúrgica com todos os benefícios que o macho inteiro tem”, conta Silveira. Entre estes benefícios estão: maior quantidade de carne na carcaça, melhor conversão alimentar (transformação da alimentação em carne no animal), evitar o processo invasivo da cirurgia e eliminar o risco de infecção causado pelos cortes. As vantagens económicas também são claras: o custo da vacinação varia de 8 a 10 reais por animal e a economia pode chegar a 45 centavos por quilo de carne.
A vacina está em processo de registo em alguns países (USA, Europa, Ásia e América Latina) e é comercializada na Austrália e Nova Zelândia desde 1998. No Brasil, o registo já foi aprovado, após os testes realizados pelo CTC/ITAL e, no momento, estão sendo feitos testes comerciais em grande escala com as sete maiores empresas de carne do País. Nestes testes, os suínos imunocastrados com testículos maiores que 110 mm são amostrados, por meio da remoção de gordura costo lombar, e o teste de cocção é realizado por agentes da Inspecção Federal, sob supervisão do médico veterinário responsável pela empresa de abate. Mesmo não apresentando o odor sexual através do teste de cocção, amostras destes mesmos animais são embaladas a vácuo e enviadas para avaliação química do escatol e androstenona no único laboratório do País apto a realizar tais as avaliações, o de Físico Química do CTC - ITAL.

Carne, leite, manteiga e ovos são necessidades primárias
O leite materno é a primeira das necessidade vitais, de resto as crianças podem crescer e viver bem sem estes produtos, desde que a vitamina B-12 seja fornecida como um suplemento.
Na carne existe o tipo de ferro que mais facilita o transporte de oxigénio no corpo. A carne é na nossa alimentação o principal contribuinte deste tipo de ferro.
Isso não quer dizer que outros tipos de alimentos não contribuem suficientemente para uma alimentação saudável. Boas alternativas para a carne são: cereais e pão, batatas, hortaliças e frutas. A forma mais fácil de ingerir suficiente ferro é por meio duma alimentação variada.
Sem carne acaba-se por sofrer de anemias
As hortaliças, sobretudo as verduras, e os cereais completos são excelentes fontes de ferro. O chá o leite e os ovos travam a absorção. A vitamina C e o álcool estimulam a absorção.
As doenças que resultam duma alimentação pouco saudável ou demasiado copiosa ou duma vida passada em excessos são determinadas em 90% por factores culturais ou genéticos.
Uma influência mesmo que relativamente limitada de factores relevantes não é insignificante ou de desprezar.
As pessoas precisam da força vital do animal que é conservada desde que o animal seja abatido de forma respeitosa.
A força vital desaparece por definição e definitivamente quando o animal é abatido. As pessoas precisam para sobreviverem dos amino-ácidos, sejam eles de origem química ou vegetal.
O leite materno é a primeira das necessidade vitais, de resto as crianças podem crescer e viver bem sem estes produtos, desde que a vitamina B-12 seja fornecida como um suplemento.
Na carne existe o tipo de ferro que mais facilita o transporte de oxigénio no corpo. A carne é na nossa alimentação o principal contribuinte deste tipo de ferro.
Isso não quer dizer que outros tipos de alimentos não contribuem suficientemente para uma alimentação saudável. Boas alternativas para a carne são: cereais e pão, batatas, hortaliças e frutas. A forma mais fácil de ingerir suficiente ferro é por meio duma alimentação variada.
Sem carne acaba-se por sofrer de anemias
As hortaliças, sobretudo as verduras, e os cereais completos são excelentes fontes de ferro. O chá o leite e os ovos travam a absorção. A vitamina C e o álcool estimulam a absorção.
As doenças que resultam duma alimentação pouco saudável ou demasiado copiosa ou duma vida passada em excessos são determinadas em 90% por factores culturais ou genéticos.
Uma influência mesmo que relativamente limitada de factores relevantes não é insignificante ou de desprezar.
As pessoas precisam da força vital do animal que é conservada desde que o animal seja abatido de forma respeitosa.
A força vital desaparece por definição e definitivamente quando o animal é abatido. As pessoas precisam para sobreviverem dos amino-ácidos, sejam eles de origem química ou vegetal.

Há gostos para tudo, há quem goste de ter um porco deitado no sofá, eu preferia ter 600 chouriças no fumeiro.

Se os responsáveis pelo nosso pais incentivassem o trabalho em vez de pagarem a quem não quer trabalhar, se calhar também podia-mos apresentar resultados equivalentes a estes apresentados pelos nossos irmãos brasileiros, mas não os nossos políticos responsáveis pela actual situação do país queriam fazer de Portugal uma bananeira, do povo as bananas, e eles era só comer, só se esqueceram de um pequeno pormenor, "a giada"como vem cedo as bananeiras em Portugal não chegam a produzir!!!!!!!!!!!!!
No primeiro trimestre de 2007, houve um aumento de 11,3% no abate de bovinos em relação ao mesmo período de 2006. No abate de frangos , o aumento foi de 2,1%. Já os suínos registraram 11,1%. A aquisição de leite cresceu 2,0%, a aquisição de couro 8,0% e a produção de ovos de galinha 1,4%. No abate de animais bovinos , o Mato Grosso concentrou 15,4%. Na categoria de frangos , o Sul foi responsável por 60% da produção nacional , com destaque para o Paraná (24,9% do total ). A região também se destaca no abate de suínos com 69,1% de participação. Minas Gerais atingiu 25,3% da aquisição de leite nacional . A aquisição de couro foi de 10,8 milhões de peças . Foram produzidas 523,6 milhões de dúzias de ovos .
No primeiro trimestre de 2007, do total de animais abatidos , 45,9% correspondia a bois , 38,6% a vacas , 9,0% a novilhos e 6,4% a novilhas. Dentre as categorias investigadas, as de animais jovens teve a maior variação positiva (17,8% para novilhos e 15,3% para novilhas abatidas). Bois registraram aumento no abate de 15,4% e vitelos marcaram queda de 2,4%.
Comparando o número de bovinos abatidos no primeiro trimestre de 2007 e no quarto trimestre de 2006, observa-se aumento de 0,9%, o que representa cerca de 69 mil cabeças . Esta variação aconteceu devido ao aumento do abate de vacas (394 mil ) e novilhas (39,4 mil ), compensando a redução do abate de bois e novilhos (367,4 mil ).
Peso da carcaça bovina tem aumento de 13,5%
Quanto ao peso de carcaça de bovinos , foram registradas 213,4 mil toneladas no primeiro trimestre de 2007, um crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período de 2006, ligeiramente superior à variação do número de animais abatidos , em função do maior peso médio animal em 2007. Bois , vacas , novilhos e novilhas apresentaram variação positiva de 16,9%, 6,2%, 19,7% e 16,5% respectivamente , enquanto a de vitelos teve queda de 1,8%.
Comparado ao quarto trimestre de 2006, observou-se um aumento de 17,4 mil toneladas de carcaça bovina no primeiro trimestre de 2007 (1%). Este resultado foi, principalmente , saldo do aumento em 89,6 mil toneladas de carcaça de vacas e da queda em 72,5 mil toneladas de carcaça de bois . A redução no peso de carcaça de novilhos no período foi semelhante ao aumento do peso de carcaça de novilhas (8,3 e 8,1 mil toneladas , respectivamente ).
O Centro-Oeste concentrou a maior proporção no abate com 37,9%, enquanto o Sudeste e o Norte marcaram 22,5% e 19,8%, respectivamente . Dentre os estados , Mato Grosso abateu 15,4% do total nacional , São Paulo 13,4% e Mato Grosso do Sul 13,3%.
Região Sul concentra 60% do abate de frangos
No primeiro trimestre de 2007, foram abatidas 1,0 bilhão de unidades frangos . Comparando com o mesmo período do ano anterior , observa-se aumento no abate de 2,1%. Quanto a variável peso de carcaça , houve queda de 0,3%. Em relação ao trimestre imediatamente anterior , o número de animais abatidos teve aumento de 1,9%, e o peso de carcaça de 1,8%.
A distribuição da produção segue com o Sul concentrando 60,0% do abate de frangos . O Sudeste respondeu por 24,3% e o Centro-Oeste 11,3%. O Paraná abateu isoladamente 24,9% do total nacional , enquanto Santa Catarina contribuiu com 18,8% e o Rio Grande do Sul , 17,2% .
Primeiro trimestre registra abate de 6,5 milhões de suínos
No primeiro trimestre de 2007, 6,5 milhões de unidades de suínos foram abatidas no Brasil. Este número representou um aumento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2006, e de 2,6% frente ao quarto trimestre do mesmo ano .
Quanto ao peso de carcaça suína , houve um aumento de 11,3% em relação a igual período de 2006 e queda de 1,4% frente ao trimestre anterior . No total , foram registradas 590,0 mil toneladas de carcaças .
Em volume abatido , o Sul continua com a maior participação (69,1%). Em seguida , vem o Sudeste (17,1%) e o Centro-Oeste (11,9%). O principal estado abatedor de suínos é Santa Catarina, com 27,1% do total nacional . Destaque também para o Rio Grande do Sul (25,8%) e Paraná (16,1%).
Em todo Brasil, 4,3 bilhões de litros de leite produzidos no primeiro trimestre
A aquisição de leite , no primeiro trimestre de 2007, foi de 4,3 bilhões de litros , indicando aumento de 2,0 % sobre o primeiro trimestre de 2006 e queda de 7,1% comparado ao quarto trimestre de 2006. Janeiro apresentou a maior aquisição , indicando um aumento de 4,3% com relação ao mesmo mês do ano anterior . Os principais estados que adquiriram o leite no primeiro trimestre de 2007 foram Minas Gerais (25,3%), Rio Grande do Sul (14,2%) e Goiás (14,0%).
Quanto ao leite efetivamente industrializado, a variação foi de 1,9% frente ao primeiro trimestre de 2006 e queda de 7,0% em relação ao quarto trimestre do mesmo ano .
Aumento de 8,0% na aquisição de couro
A aquisição de peças de couro de bovinos , no primeiro trimestre de 2007, foi de 10,8 milhões de unidades , segundo a Pesquisa Trimestral de Couro . Houve aumento de 8,0% sobre o mesmo período de 2006. Quanto ao trimestre anterior , houve redução de 1,0%. A maior aquisição foi em março .
Os matadouros frigoríficos foram as principais origens de couro , registrando participação de 61,1% no total adquirido. O fornecimento de terceiros , para curtumes cadastrados na pesquisa , representou 22,1% do total , e os adquiridos de intermediários e salgadores , 14,2%. No período analisado, não houve entrada de couro importado, considerando que a metodologia da pesquisa abrange estabelecimentos que adquirem acima de 5.000 peças anualmente .
O volume adquirido de couro inteiro de bovino foi 37,6% maior do que o abate de bovinos registrado pela Pesquisa Trimestral do Abate. Tal diferença representa aproximadamente 3,0 milhões de animais abatidos no período. Considerando-se que não houve importação de peças de couro e os estoques dos curtumes cadastrados serem de pequeno volume, esta diferença indica que o volume de abate de bovinos pode estar captando 73% do volume real abatido. O volume não captado de animais abatidos é de animais não fiscalizados e/ou não contabilizados pela pesquisa.
Quanto ao couro curtido ou industrializado, foram registradas 10,2 milhões de peças , o que indica a existência de estoques anteriores utilizados no período , mesmo que num volume de 60.960 peças .
Primeiro trimestre de 2007 registra produção de 523,6 milhões de dúzias de ovos
No primeiro trimestre de 2007, foram produzidas 523,6 milhões de dúzias de ovos de galinha , indicando variação positiva de 1,4% sobre o primeiro trimestre de 2006 e variação negativa de 1,8% sobre o trimestre anterior . Os estados de Rondônia, Acre , Amapá, Tocantins e Maranhão não foram pesquisados, já que nestes locais não há estabelecimentos que se enquadrem na metodologia proposta .
Em termos de produção , as variações do primeiro trimestre de 2007 e 2006 por estado , os maiores crescimentos aconteceram no Amazonas , Goiás e Mato Grosso . Foram pesquisadas quedas na Bahia, Piauí e Rio Grande do Norte .

Eis a novidade que o governo de José Sócrates guarda secretamente para o ano de 2009. Os serviços de investigação especial deste blog descobriram que o governo se prepara para produzir um milhão destes veículos económicos. Como parceiro estratégico foi escolhida a Venezuela...

... e ela chegou por uma das mais improváveis figuras públicas do país, Manuela Ferreira Leite já sabe, e você já sabe qual é a verdade? veja o vídeo para descobrir o maior segredo nacional!
lombo de novilho "alentejano"- NÓS: €12.50 KG ...ELES: €30 KG
lombo de porco (sem osso) - NÓS: €4.20 KG ...ELES: €9.98 KG
lombo de porco com osso - NÓS: €4.01 KG ...ELES: €7.98 KG
entremeada - NÓS: €3.80 KG ...ELES: €5.98 KG
costeleta do cachaço - NÓS: €4 KG ...ELES: €7.36 KG
costeleta de novilho - NÓS: €8.91 KG ...ELES: €13.90 KG
etc etc etc etc etc

Nunca fui muito de doces. A minha perdição são os queijos e os presuntos, mas
tenho-me forçado a disciplinar o seu consumo.
Um S. Jorge picante, um Manchego muito curado e um Parmesão apimentado constituem a base da minha tábua de queijos. Guardo o Serra para o Natal. É o mais maravilhoso dos queijos, mas cada colherada equivale a um chuto de colesterol administrado directamente na veia. E só compro Roquefort quando me oferecem uma botelha de vinho que precisa dele como companhia.
(...)
Os pecados do queijo e do presunto já teriam atirado para patamares preocupantes
os meus níveis de colesterol, se não se desse o caso de eu tomar diariamente um
comprimido de pravastatina.
Reconheço que este regime de tomar o antídoto a seguir a ingerir o veneno não é o mais recomendável.
(...)
Quando tomou posse, este Governo tinha em cima da mesa o problema sério do défice excessivo. O Estado gastava mais dinheiro do que o que recebia - para além dos 3% da tolerância máxima que Bruxelas fixou para quem quer fazer parte do clube euro.
Sob a batuta de Ferreira Leite, a gerência anterior foi contornando ardilosamente a questão. Compunha as contas vendendo activos.
Bruxelas fechava os olhos, mas era batota e não se tratava de uma solução de futuro porque, mais tarde ou mais cedo, a família deixaria de ter jóias para vender.
A solução de Sócrates é mais engenhosa. Tinha duas alternativas:
cortar na despesa ou aumentar as receitas. Apostou nesta última e ganhou. A máquina de cobrança fiscal, dirigida por Paulo Macedo, extorquiu aos contribuintes o dinheiro necessário para trazer o défice abaixo dos 3% e assim o Estado pôde continuar a gastar como dantes.
O aumento extraordinário da receitas dos impostos foi a pravastatina de um Estado gordo que se mantém anafado, a comer queijo, presunto e salpicão.
O problema é que não se pode tirar sangue das pedras e os contribuintes estão exangues. O regime de terror fiscal já rapou o fundo do tacho. Agora o Estado tem de começar a fazer dieta - a gastar menos. Já o devia ter começado a fazer há muitos anos . E se não o fez a culpa foi da eficácia do Paulo Macedo.
tenho-me forçado a disciplinar o seu consumo.
Um S. Jorge picante, um Manchego muito curado e um Parmesão apimentado constituem a base da minha tábua de queijos. Guardo o Serra para o Natal. É o mais maravilhoso dos queijos, mas cada colherada equivale a um chuto de colesterol administrado directamente na veia. E só compro Roquefort quando me oferecem uma botelha de vinho que precisa dele como companhia.
(...)
Os pecados do queijo e do presunto já teriam atirado para patamares preocupantes
os meus níveis de colesterol, se não se desse o caso de eu tomar diariamente um
comprimido de pravastatina.
Reconheço que este regime de tomar o antídoto a seguir a ingerir o veneno não é o mais recomendável.
(...)
Quando tomou posse, este Governo tinha em cima da mesa o problema sério do défice excessivo. O Estado gastava mais dinheiro do que o que recebia - para além dos 3% da tolerância máxima que Bruxelas fixou para quem quer fazer parte do clube euro.
Sob a batuta de Ferreira Leite, a gerência anterior foi contornando ardilosamente a questão. Compunha as contas vendendo activos.
Bruxelas fechava os olhos, mas era batota e não se tratava de uma solução de futuro porque, mais tarde ou mais cedo, a família deixaria de ter jóias para vender.
A solução de Sócrates é mais engenhosa. Tinha duas alternativas:
cortar na despesa ou aumentar as receitas. Apostou nesta última e ganhou. A máquina de cobrança fiscal, dirigida por Paulo Macedo, extorquiu aos contribuintes o dinheiro necessário para trazer o défice abaixo dos 3% e assim o Estado pôde continuar a gastar como dantes.
O aumento extraordinário da receitas dos impostos foi a pravastatina de um Estado gordo que se mantém anafado, a comer queijo, presunto e salpicão.
O problema é que não se pode tirar sangue das pedras e os contribuintes estão exangues. O regime de terror fiscal já rapou o fundo do tacho. Agora o Estado tem de começar a fazer dieta - a gastar menos. Já o devia ter começado a fazer há muitos anos . E se não o fez a culpa foi da eficácia do Paulo Macedo.